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Diferentemente do que foi publicado em um blog de Santiago, às bambonas são utilizadas pela Casa do Maristão para armazenar vinho, cachaça e ingredientes que fazem a composição do maristão. O Maristão é armazenado posteriormente em pipas de madeira com mais de cem anos. Estas bambonas são de produtos alimentícios da Argentina, importados por empresas de São Paulo. Estas bambonas vem com pêssegos, azeitonas e pepinos importados do vizinho país e posteriormente, elas que podem ser reutilizadas para armazenar diversos produtos para consumo humano, são adquiridas por empresários de diversos segmentos do setor de alimentação. A Casa do Maristão,uma empresa familiar, que à mais de 50 anos produz o tradicional Maristão e outros produtos, sempre zelou pelo capricho, higiene e de tudo que trata da conservação da saúde. Segundo seus atuais proprietários, eles estranham a maneira como tiveram seus produtos descartados ao invés de serem lacrados no local e realizada uma perícia para constatar a veracidade destas irregularidades. E ainda segundo eles, estas bambonas utilizadas para armazenar o Maristão, nunca foram adquiridas em Nova Esperança do Sul e sim em São Paulo. Outra irregularidade apontada pela vigilância sanitária, diz que os produtos eram vendidos em garrafas pets reaproveitadas, o que também não é permitido. Bom se é assim, atenção vigilância sanitária, como se explica então que muitos produtos vendidos na Feira do Produtor em Santiago, também são em garrafas pets reaproveitadas??? Sinceramente, não consigo entender. E em Jaguari, nosso vizinho município, lá, em todas as Casas de Produtos coloniais, ao longo da BR 287, produtos como vinho, cachaça, banha, vinagre etc, são vendidos em garrafas pets reaproveitadas. O que sei, é que parece que por trás disso tem algo que minha vã filosofia não consegue alcançar. Eu lamento por ter pessoas querendo incriminar gente do bem, trabalhadores que pagam imposto e dão emprego, enquanto deixam de divulgar nomes de pessoas que matam inocentes.
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