ACS PATRICIA
ESTE É UM BLOG PARA QUE AGENTES DE SAÚDE DE SANTIAGO SE UNAM E LUTEM PELOS SEUS DIREITOS.UM AGENTE
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
quinta-feira, 17 de julho de 2014
Incentivo ("14º Salário"): Ainda deverá ser pago este ano!
Quem já recebeu, torna a receber e quem nunca recebeu, continua com o direito garantido, inclusive com a possibilidade de pleitear na justiça o retroativo. Não podemos esquecer da fundamentação necessária, ou seja, é preciso que o trabalhador/a esteja enquadrado/a na portaria que trata da questão. Os Endemias, infelizmente, não são contemplado, assim como os Agentes Comunitários do PACS. Quanto a este último, cabe análise do caso prático.
MINISTÉRIO DA SAÚDE
Nova Portaria do Incentivo dos ACS: Portaria 314/2014
GABINETE DO MINISTRO
DOU de 05/03/2014 (nº 43, Seção 1, pág. 44)
Fixa o valor do incentivo de custeio referente à implantação de Agentes Comunitários de Saúde (ACS).
O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos I e II do parágrafo único do art. 87 da Constituição, e
considerando a Portaria nº 2.488/GM/MS, de 21 de outubro de 2011, que aprova a Política Nacional da Atenção Básica e dispõe como responsabilidade do Ministério da Saúde, a garantia de recursos financeiros para compor o financiamento da atenção básica; e considerando a necessidade de revisar o valor estabelecido para o incentivo de custeio referente aos Agentes Comunitários de Saúde, resolve:
Art. 1º - Fica fixado em R$ 1.014,00 (mil e quatorze reais) por Agente Comunitário de Saúde (ACS) a cada mês o valor do incentivo financeiro referente aos ACS das Estratégias de Agentes Comunitários de Saúde e de Saúde da Família.
Parágrafo único - No último trimestre de cada ano será repassada uma parcela extra, calculada com base no número de ACS registrados no cadastro de equipes e profissionais do Sistema de Informação definido para este fim, no mês de agosto do ano vigente, multiplicado pelo valor do incentivo fixado no "caput" deste artigo.
Art. 2º - Fica definido que os recursos orçamentários, de que trata esta Portaria, correrão por conta do orçamento do Ministério da Saúde, devendo onerar o Programa de Trabalho 10.301.2015.20AD - Piso de Atenção Básica Variável - Saúde da Família (Plano Orçamentário 0006 - Piso de Atenção Básica Variável - Saúde da Família).
Art. 3º - Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros a partir da competência janeiro de 2014.
ARTHUR CHIORO
segunda-feira, 2 de junho de 2014
Mobilização Nacional denuncia: A votação do Piso no Senado teve os seus vilões!
Senado Federal
Como a proposta de Piso Salarial Nacional defendida pela CONACS, não foi aprovada e, em face de seu modelo de luta (centralizando as ações apenas em Brasília), não havia como garantir um resultados mais significativos, ela adotou oREPASSE INTEGRAL COMO PISO NACIONAL.
Mesmo assim, não foi possível avançar muito, até que a categoria veio a entender a necessidade de mobilizar-se em todos os municípios e estados do país. Agora sim, os parlamentares e prefeitos passaram a identificar o nosso potencial de mobilização. Algo que refletiu na ausência de todo aquele contingente de agentes de saúde em Brasília. A proposta de garantir o Repasse do Governo Federal como Piso Nacional deu certo com a presença de algumas poucas dezenas de agentes no Distrito Federal, contudo, mobilizados em seus municípios e estados. O piso foi votado na Câmara dos Deputados e no Senado sem vultuosos endividamentos, ou seja, os trabalhadores não tiveram que fazer dívidas e parcelá-las em incontáveis vezes. Para se ter uma ideia, só na última vigília, em Brasília, houve um investimento de mais de 6 milhões de reais, vindos dos trabalhadores/as.
Mudança no texto que veio da Câmara dos Deputados
Os senadores desvincularam o reajuste do piso do reajuste do salário mínimo. Este foi o principal motivo de discórdia entre parlamentares. A bancada do governo não aceitava o novo texto e a oposição não aceitava a alteração.
Presidente Renan Calheiros (PMDB-AL)
Colocando o lixo para debaixo do tapete
O texto aprovado na Câmara foi editado pela base governista e seus aliados, sob o argumento de que, coma nova edição seria evitado o aumento de gastos.
Perguntamos: será que os nobres senadores esqueceram de que o governo arrecadou, só em 2013, R$ 1,138 trilhão? Com aumento real (descontada a inflação) de 4,08% na comparação com 2012. Os números foram divulgados pela Receita Federal. Há estimativa de que este ano seja de mais de R$ 2 trilhões. Como não há dinheiro?
Queda da blindagem contra a desvalorização
Com a edição do texto, os senadores ganharam o status de ter aprovou o projeto de lei que institui o piso salarial de R$ 1.014 para agentes de saúde. Para ter validade, o texto deverá ser sancionado pela presidente Dilma Rousseff, que não deverá se opor, uma vez que o valor aprovado já é repassado aos municípios.
O cavalo de Troia
Os agentes de saúde do Brasil acompanharam a votação do senado, ocorrida ontem e teve a oportunidade de presenciar a resistência de diversos senadores, da oposição e do governo, que queriam garantir um reajuste anual aos trabalhadores. O senador Roberto Requião (PSDB-PR) disse que, sem correção, o salário de R$ 1.014 seria “rapidamente” corroído pela inflação, contudo, o senador José Pimentel deixou claro: ou o texto era modificado ou não haveria aprovação.

Senadora Ana Amélia (PP-RS): “Não adianta nós atendermos bem os agente e ficar lá a prefeitura falida, sem atender outras áreas.”
A senadora Ana Amélia (PP-RS) colaborou com as investidas governista, defendeu que a capacidade financeira dos municípios era crítica, comentando: “Não adianta nós atendermos bem os agente e ficar lá a prefeitura falida, sem atender outras áreas.”
Como ficou com a nova redação
Pelo "novo projeto" aprovado, o reajuste anual dos vencimentos será feito por meio de decreto do Poder Executivo (pela presidência).

Senador José Pimentel (PT-PE), líder do governo no Congresso
A vontade do governo predominou
O senador José Pimentel (PT-PE), relator do texto no Senado e líder do governo no Congresso, disse que o piso dos agentes será obrigatório a partir da publicação da lei, mas ficará para janeiro de 2015 o reajuste.
Aprovado pela MNAS sem reservas
Apesar do prejuízo imposto pela edição do texto, o projeto favorece uma das bandeiras de luta da MNAS, que é a desprecarização da categoria. O texto aprovado proíbe a contratação de trabalhadores temporários ou terceirizados, priorizando os profissionais aprovados em concurso público. O país conta com mais de 323 mil agentes de saúde, dos quais, mais de 200 mil ainda estão em situação precária, conforme denúncia do coordenador nacional da MNAS.
Como fica a situação dos Agentes sob regime precário?
O texto aprovado na Câmara dos Deputados e no Senado Federal prevê a proibição de contração de trabalhadores temporários ou terceirizados, impondo a necessidade de aprovação em concurso público, contudo, como ficará a situação dos Agentes de Saúde que se encontram nessa situação?
quarta-feira, 21 de maio de 2014
quinta-feira, 15 de maio de 2014
Projeto que fixa piso salarial para agentes comunitários de saúde será votado na próxima quarta
Aprovação do Piso no Senado não terá a praticidade que teve na Câmara
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), marcou para a próxima quarta-feira (21) a votação do substitutivo da Câmara dos Deputados ao Projeto de Lei do Senado 270/2006, que fixa em R$ 1.014 o piso salarial nacional para os agentes comunitários de saúde e de combate a endemias, com jornada de 40 horas semanais.
Clique aqui e acesse os dados do SENADOR de seu estado. Converse com ele sobre a importância de apoiar o Piso Nacional da Categoria!
As galerias do Senado foram ocupadas, desde a manhã desta quarta-feira (13), por agentes de saúde, que vêm articulando a tramitação célere da matéria no Senado. O projeto foi aprovado na semana passada na Câmara dos Deputados e, como houve alteração no texto, volta a ser apreciado pelos senadores. Se aprovada no Plenário, a matéria segue para a sanção presidencial.
Senador Mário Couto
Na opinião do senador Mário Couto (PSDB-PA) o governo federal tem sido responsável pelos obstáculos à votação do Projeto dos Agentes de Saúde. Na fala do parlamentar, ele desafiou os governista para que provassem que a sua opinião divergia da realidade. Em diversos momentos o senador, de forma confidente, questionou a vergonhosa postura da base governistas.
"Enquanto isso, estão aí os verdadeiros brasileiros tratando da saúde dos brasileiros com muita dificuldade, mas com muita honradez, recebendo o seu mísero salário," comentou o senador Mário. Na opinião dele, a aprovação do Piso Nacional dos Agentes de Saúde Não é favor, é obrigação.
Piso Nacional dos agentes de saúde será votado na semana que vem. Agora VOCÊ precisa convencer o senador de seu estado a votar favoravelmente ao Projeto. Acesse e veja as forma de estabelecer contato com o seu parlamentar: http://bit.ly/1lj2Adb
Além de fixar o valor do piso salarial, a proposta prevê, a partir de 2015, aumento real equivalente à variação positiva do produto interno bruto (PIB) de dois anos antes. A sistemática é a mesma aplicada ao salário mínimo atualmente. Os valores também serão corrigidos anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Para ajudar no pagamento dos novos salários, o projeto atribui à União a responsabilidade de complementar 95% do piso salarial.
Carreira
A carreira de agentes comunitários foi regulamentada pela Lei 11.350/06, que permitiu a regularização dos funcionários contratados no âmbito da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e estabeleceu as diretrizes para contratação nos estados e municípios.
fonte : JORNAL DOS AGENTES DE SAUDE DO BRASIL
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